segunda-feira, 31 de outubro de 2011

amei!!!!

“Não sou como a abelha saqueadora que vai sugar o mel de uma flor, depois de outra flor. Sou como o negro escaravelho que se enclausura no seio de uma única rosa e vive nela até que ela feche as pétalas sobre ele; e, abafado neste aperto supremo, morre entre os braços da flor que elegeu.” Roger Martin

terça-feira, 18 de outubro de 2011

carta de um homem.......

A Carta de Um Homem (Sobre as Mulheres)
Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual. Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas..... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são muito retas e sem formas, e parecem agredir o corpo maravihoso das mulheres. Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa... sem graça. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Por que razão as cobrem sempre com calças longas? Para que as confundam connosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímiaca e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde. Entendam de uma vez! Procurem agradar a nós, e não só a vocês; porque nunca terão uma referência objectiva, do quanto são lindas e maravilhosas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é simplesmente linda! As jovens são lindas... mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por Karina Zzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, que entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se auto-destruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, alegres, e que sabem controlar sua natural tendência à culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza. Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol', nem em Spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto. Tudo junto!

Assinado: UM DESCONHECIDO

REEDUCAÇÂO

Reeducação
Andamos tropeçando em nossos cadarços,
o simples virou defeito...
A felicidade virou obrigação, e grande, e contínua, sem a vez para a lágrima.
Não cultivamos mais as trivialidades,
nos complicamos,
nos afastamos da luz...
Pouco abraçamos, e pouco nos abraçam,
nos condenamos a seriedade,
e a vida segue por um fio.
Vai ver a felicidade se abriga na reeducação,
essa que ressuscita dias bons e dias maus,
que limpa por dentro quando choramos,
que nos livra de acertar sempre,
que nos ajuda a conviver com a brevidade,
que nos torna gratos por cada refeição tomada,
que nos faz reparar nos detalhes e na mudança,
nas pessoas e no que são,
no gosto de um café e uma boa conversa,
no dar atenção,
doar-se...
Coisas que nos humanizam já que é dessa matéria que somos feitos...
Que nos conservemos capaz de apertos de mãos,
de amar os amigos,
de rir de nós mesmos,
de levar as sementes que carregam o destino de serem árvores.
Nosso fim é a eternidade, ou será nosso começo?
De que vale então, ganhar o mundo inteiro e não cuidar de alguns jardins?
Sem a simplicidade a alma se perde...

terça-feira, 13 de setembro de 2011

um ou outro dia..............

"viver é para os insistentes

Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer - este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo - ou para descobri-lo -, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba."